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Homens armados invadiram uma igreja protestante no norte de Burkina Faso no domingo e mataram um pastor e cinco fiéis disseram as autoridades locais, o primeiro ataque a uma igreja em um país que viu um aumento da violência islâmica neste ano.

O Burkina Faso, que se orgulha de uma história de tolerância religiosa, tem sido assolado por um aumento nos ataques, enquanto grupos localizados no vizinho Mali buscam estender sua influência sobre o Sahel, o árido cerrado ao sul do Saara.

O governo declarou estado de emergência em várias províncias do norte que faz fronteira com o Mali em dezembro por causa de ataques islamitas, inclusive em Soum, a região onde ocorreu o ataque de domingo.

"Grupos armados têm todo o interesse em perturbar ou ir contra o bom entendimento entre religiões. Temos observado essa estratégia em outros países da região e do mundo", disse Rinaldo Depagne, diretor de projetos da África Ocidental no International Crisis Group.

O porta-voz do governo, Dandjinou, disse à Reuters que o ataque aconteceu na comuna de Silgadji. Ele disse que não conseguiu fornecer mais detalhes sobre o ataque ou os criminosos.

Cerca de 55 a 60 por cento da população de Burkina Faso é muçulmana, cerca de 20 a 25 por cento são cristãos e os demais seguem regiões indígenas, de acordo com o Departamento de Estado dos EUA.

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